Criado em janeiro de 2009, este blog tem como objetivo compartilhar idéias, dicas, dúvidas e críticas sobre temas que tenho interesse. Boa leitura e faça seus comentários, pois quero que este espaço seja nosso e não meu. Preencha o formulário no final da página com seu e-mail e dê sua opinião sobre o blog.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Banda larga no Brasil é cara, lenta e restrita.
O brasileiro paga caro pela internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que é oferecido. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. “A internet no Brasil é cara, lenta e restrita”, ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, responsável pela pesquisa. Na visão do instituto, a concorrência “quase inexistente” é a principal vilã para os preços da banda larga no mercado brasileiro.
Para ter internet rápida em casa, o brasileiro paga em média US$ 28 por mês, valor que chega a 4,58% da renda per capita no país, segundo o Idec. Nos EUA, o valor é de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos e, na França, é de 1,02%. Além disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro não recebe um bom serviço. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tráfego da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo.
A pesquisa mostra que a velocidade média é de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade média da Coreia do Sul, líder do ranking. Além disso, 20% das conexões no Brasil têm velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade mínima estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entre 1,5 Mbps e 2 Mbps.
O Idec aponta ainda diversas deficiências de qualidade na prestação do serviço aos clientes. A principal queixa do órgão de defesa do consumidor é em relação à variação da velocidade, pois a maioria das empresas só se compromete a entregar um percentual mínimo de conexão.
Quer medir a velocidade da sua internet ? Acesse um dos links abaixo:
www.rjnet.com.br/1velocimetro.php
http://www.minhaconexao.com.br/teste-velocidade.php
http://www.testesuavelocidade.com.br/ Leia Mais…
domingo, 24 de julho de 2011
Marcha para Jesus 2011 em Campos (Vídeo 1)
Marcadores:
Divulgação,
Jesus o meu referencial.
Marcha para Jesus 2011 em Campos (Vídeo 2)
Marcadores:
Divulgação,
Jesus o meu referencial.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Grécia: entenda a crise e suas implicações para economia global
Em meio a protestos populares em Atenas, o Parlamento grego aprovou um pacote de medidas de austeridade exigidas pelo FMI e a União Europeia (UE), para que a Grécia, que está em uma grave crise fiscal, receba a última parcela de um resgate financeiro.
Um segundo empréstimo já está sendo formulado, para evitar que a Grécia declare a moratória de sua dívida, o que poderia levar a uma série de calotes de outros países europeus igualmente em crise e à contaminação do sistema financeiro mundial.
Entenda melhor a crise da dívida da Grécia:
Por que a Grécia já precisa de um segundo pacote de resgate?
O pacote original foi aprovado há pouco mais de um ano, em maio de 2010. A razão para o resgate é que o país estava tendo dificuldades em obter dinheiro emprestado no mercado para quitar suas dívidas. Por isso recorreu à União Europeia e ao FMI. A ideia era dar à Grécia tempo para sanear sua economia, o que reduziria os custos para que o país obtivesse dinheiro no mercado. Mas isso não ocorreu até agora. Pelo contrário: a agência de classificação de risco S&P recentemente deu à Grécia a pior nota de risco do mundo (dentre os países monitorados pela agência). Assim, o país continua tendo diversas dívidas a serem quitadas, mas não é capaz de obter dinheiro comercialmente para refinanciá-las.
Por que a Grécia está nessa situação?
A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida. Nesse período, os gastos públicos foram às alturas, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram. Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelos gastos, a receita era afetada pela evasão de impostos - deixando o país totalmente vulnerável quando o mundo foi afetado pela crise de crédito de 2008. O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos que refinanciem sua dívida.
O que a Grécia está fazendo para reverter a crise?
A Grécia apresentou planos para cortar seu deficit de maneira escalonada. Para isso, o Parlamento grego aprovou, em 29 de junho, um pacote de medidas de austeridade apresentado pelo governo. O plano prevê aumentos de impostos, cortes orçamentários, redução de benefícios previdenciários e privatizações, durante um período de cinco anos. Para o setor público, o pacote do governo estabelece redução de ganhos de servidores e tetos salariais. O plano prevê ainda o aumento da idade para a aposentadoria, em uma tentativa de economizar dinheiro no sistema de pensões, já sobrecarregado. A população reagiu com protestos, alguns deles violentos. Muitos servidores públicos acreditam que a crise foi criada por forças externas, como especuladores internacionais e banqueiros da Europa central. Os dois maiores sindicatos do país classificaram as medidas de austeridade como "antipopulares" e "bárbaras".
Por que a Grécia não declara moratória de suas dívidas?
Se o país não fosse membro da zona do euro, talvez fosse tentador declarar a moratória, o que significaria deixar de pagar os juros das dívidas ou pressionar os credores a aceitar pagamentos menores e perdoar parte da dívida. No caso da Grécia, isso traria enormes dificuldades. As taxas de juros pagas pelos governos da zona do euro têm sido mantidas baixas ante a presunção de que a UE e o Banco Central Europeu proveriam assistência a países da região, justamente para evitar calotes. Uma moratória grega, além de estimular países como Irlanda e Portugal a fazerem o mesmo, significaria um aumento de custos para empréstimos tomados pelos países menores da UE, sendo que alguns deles já sofrem para manter seus pagamentos em dia. Se Irlanda e Portugal seguissem o caminho do calote, os bancos que lhes emprestaram dinheiro seriam afetados, o que elevaria a demanda por fundos do Banco Central Europeu. Por isso, enquanto a Europa conseguir bancar a ajuda aos países com problemas e evitar seu calote, é provável que continue fazendo isso.
Então por que os países europeus não concordam logo com um novo pacote de resgate?
Alguns governos, como o da Alemanha, já defenderam que os bancos privados europeus também entrem na ajuda à Grécia. No entanto, existem temores de que o envolvimento destas instituições traga graves riscos ao mercado financeiro. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, já chegou a um acordo para que os bancos franceses ajudem a Grécia, dando ao país mais tempo para pagar dívidas que estão prestes a vencer. Os demais bancos da zona do euro estão sendo pressionados pelos governos para também ajudar o governo grego. As instituições alemãs já estariam interessadas no modelo francês. No entanto, as agências de classificação de crédito, que estimam se a compra de bônus das dívidas dos países vale ou não a pena, já afirmaram que qualquer rolagem da dívida grega será considerada um "calote técnico", que pode levar à insolvência. A agência de classificação de risco Moody's já declarou que pode rebaixar a nota dos três maiores bancos da França por causa de sua vulnerabilidade à dívida grega.
A crise na Grécia pode se espalhar?
Se a Grécia promover um calote, os problemas podem se espalhar para a Irlanda e Portugal. Mesmo sem uma moratória, ainda pode haver dificuldades, já que os pacotes de resgate oferecidos a esses dois países foram estruturados para ajudar Lisboa e Dublin até que seus governos fossem novamente capazes de obter dinheiro no mercado - como no caso de Atenas. Um calote grego pode fazer com que investidores questionem se a Irlanda e Portugal não seguirão o mesmo caminho. O problema real diz respeito ao que acontecerá com a Espanha, que só tem conseguido obter dinheiro no mercado a custos crescentes. A economia espanhola equivale à soma das economias grega, irlandesa e portuguesa. Seria muito mais difícil para a UE estruturar, caso seja necessário, um pacote de resgate para um país dessa dimensão.
Fonte: economia.terra Leia Mais…
domingo, 3 de julho de 2011
Banda Larga
A Telebrás deverá ser parceira do sistema Eletrobras e da Petrobras na exploração das fibras óticas dessas empresas para oferta de banda larga, disse nessa sexta-feira o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez.
Apesar de afirmar que a capitalização da Telebrás por meio de uma outra estatal não estar em discussão, Alvarez disse que nenhuma hipótese está descartada. "Não chegamos a discutir nesse patamar. Eu diria que em princípio nada está descartado se trouxer economicidade e atender ao interesse público", disse.
Banda larga popular, a R$ 35 mensais, começa em 90 dias
Ação da Telebrás dispara com Plano Nacional de Banda Larga
A Telebrás foi recriada pelo governo para oferecer internet no atacado no âmbito do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). Para isso, vai utilizar redes de cabos pertencentes à Eletrobras e, em menor escala, à Petrobras.
"É em cima da estrutura dessas empresas públicas que a Telebrás existe. Ele aluga. Então, naturalmente, ser parceiro dessas empresas é o óbvio", disse Alvarez. Segundo ele, a orientação da presidente Dilma Rousseff é levar a sinergia entre as estatais ao máximo.
Uma hipótese mencionada por ele é a de a Telebrás formar Sociedade de Propósito Específico com as outras estatais para cuidar do serviço de banda larga regionalmente.
Na quinta-feira, as operadoras Oi, Telefônica, CTBC e Sercomtel anunciaram que participarão do PNBL, oferecendo banda larga de velocidade de 1 megabit por segundo por R$ 35 mensais.
A intenção do governo é ter o serviço oferecido nacionalmente, nessas condições, até 2014.
O governo aprovou o Plano Geral de Metas para a universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado, segundo consta de decreto publicado na edição desta sexta-feira do "Diário Oficial da União"
No decreto, o governo determina que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deverá licitar, até 30 de abril de 2012, novas subfaixas para telecomunicações e também para banda larga com tecnologia de quarta geração (4G).
No caso do 4G, as subfaixas vão de 2.500 MHz a 2.690 MHz, enquanto as de serviços de telecomunicações, voltadas para a área rural, vão de 451 MHz a 458 MHz e de 461 MHz a 468 MHz.
Fonte:REUTERS Leia Mais…
sábado, 11 de junho de 2011
Projeto regulamenta venda coletiva pela internet
A proposta obriga as empresas a manter serviço telefônico de atendimento ao consumidor, gratuito e de acordo com as normas de funcionamento dos call centers
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1232/11, do deputado João Arruda (PMDB-PR), que disciplina a venda coletiva de produtos e serviços em sites da internet e estabelece critérios de funcionamento para as empresas que promovem esse tipo de comércio.
A proposta obriga as empresas a manter serviço telefônico de atendimento ao consumidor, gratuito e de acordo com as normas de funcionamento dos call centers (fixadas pelo Decreto 6.523/08). Os estabelecimentos responsáveis pelos sites deverão possuir sede ou filial no Brasil e deverão informar seus dados, como o endereço, em sua página principal na internet.
O texto detalha ainda as regras para as ofertas, cujas informações deverão ser divulgadas em tamanho não inferior a 20% da letra da chamada para a venda. Também deverão ser especificados: a quantidade mínima de compradores para a liberação da oferta; o prazo para utilização do cupom, que deverá ser de pelo menos seis meses; o endereço e o telefone da empresa responsável pela oferta; a quantidade de clientes que serão atendidos por dia; e a quantidade máxima de cupons que poderão ser adquiridos por pessoa.
No caso de oferta de alimentos, o site deverá publicar informações sobre eventuais complicações alérgicas que o produto pode causar.
Caso o número mínimo de participantes para a liberação da oferta não seja atingido, a devolução dos valores pagos deverá ocorrer em até 72 horas. No que couber, serão aplicadas ao comércio eletrônico as regras do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).
E-mail autorizado
Ainda conforme a proposta, os dados sobre ofertas e promoções só poderão ser enviados a clientes cadastrados no site e que tenham autorizado o recebimento de informações por e-mail.
O projeto também estabelece que os impostos de competência estadual e municipal serão recolhidos na sede das empresas responsáveis pelo fornecimento do produto ou do serviço.
Com a proposta, João Arruda espera regulamentar um mercado novo no Brasil, que vem crescendo desde 2010. “É importante que o vínculo criado entre os sites de compra coletiva, os estabelecimentos e os consumidores seja transparente. O consumidor deve ser informado sobre as condições e os detalhes dos produtos e serviços oferecidos, as regras para a sua utilização e a entrega”, afirma o deputado.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta
PL-1232/2011
Fonte: Agência Câmara Leia Mais…
domingo, 5 de junho de 2011
Carros: SUV, CROSSOVER, MINIVAN, PERUA ...qual a diferença?
Interessante como estes perfis não são tão bem definidos, há muita controvérsia. Onde muito SUV virou CROSSOVER e vice-versa e até já se fala em junção SUV/CROSSOVER
Os próprios fabricantes não se entendem ...
Mas a título de diferenciação podemos, por enquanto, pensar assim:
SUV significa “Sport Utility Vehicle”, em português, veículo utilitário esportivo, são veículos fabricados a partir de chassis de caminhonetes, são veículos de porte avantajado, normalmente derivados de caminhonetes, e apresentam uma configuração de design e interior em alusão aos veículos familiares conhecidos por "peruas" ou SW (station wagons). Ou seja, a capota estende-se até o fim do veículo, e internamente dispõem de banco traseiro e porta-malas. São carros tamanho família e uma boa parte deles é portado de uma terceira fileira de bancos, podendo totalizar até nove assentos para passageiros.
Ex.Blazer, Hilux SW4, Pajero Sport
CROSSOVER, é um termo usado para definir os veículos fabricados utilizando a base de um carro comum com adaptações para adquirir características de um SUV.
Ele combina, dependendo do modelo, mais ou menos características de um SUV, como espaço interior, altura em relação ao solo, altura dos assentos, tração 4x4.
O fator principal que o difere de um SUV comum é a construção de sua carroceria em monobloco, mesma técnica utilizada na grande maioria dos veículos de passeio atuais, enquanto as SUVs utilizam chassis baseadas em caminhonetes.
As vantagens sobre um SUV é que, normalmente, são bem mais leves, sendo mais econômicos e mais ágeis, tanto na cidade como fora de estrada, por outro lado, na maioria dos casos, possuem motores menos potentes
Ex. CR-V, Outlander, RAV4, Tucson, New Sorento, SantaFé, Ix35, Veracruz, etc.
MINIVAN, é um tipo de automóvel similar em formato à uma van, porém desenhado para uso particular, tendo entre quatro e nove lugares. Geralmente são mais altas do que sedans, hatchbacks ou station wagons, e são projetadas para aproveitar o máximo do espaço interno.
Ex. Citroën Xsara Picasso, Renault Scénic, Zafira, etc.
STATION WAGON, conhecidas como peruas, normalmente menores que SUV e CROSSOVER, são derivadas de automóveis Hatch ou sedã
Ex. SpaceFox, I30 SW, Pálio Weekend,etc Leia Mais…
Assinar:
Postagens (Atom)




