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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

sábado, 9 de março de 2013

Cartão de Crédito: Cuidados necessários



 
As facilidades oferecidas pelos cartões de crédito e débito são inegáveis. Mas no uso do apelidado “dinheiro de plástico” precisamos de alguns cuidados.
 
 
 - Cuidado com as fraudes: recentemente eu mesmo fui vítima de fraude. Efetuaram compra de passagens aéreas no meu cartão. Detalhe: o cartão estava cancelado! Pois bem, o que ajudou a descobrir rapidamente a fraude foi um SMS emitido para o meu celular. Desta forma, se sua operadora de cartão oferece esta facilidade, use-a. Além disso tome cuidado com compras na internet, se for comprar de sites desconhecidos, procure efetuar o pagamento através de serviços como o Pay-Pal, Pag Seguro, etc;

- Não acumule muitos cartões, isto facilita o descontrole, o que leva às dívidas. O ideal são no máximo 02, com datas de vencimento diferentes e de bandeiras diferentes, de preferência aqueles que não cobram anuidade;

- Cuidado com as compras por impulso. O uso indiscriminado do cartão de crédito pode gerar graves prejuízos financeiros. Quando não conseguir pagar o valor  total da fatura a “luz de alerta” deve acender;

- E por último considere o cartão de crédito sempre como um mecanismo de compra e nunca como uma opção de crédito.

 

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Juros: saiba o que é.



O juros é o preço do dinheiro aplicado ou emprestado. Por isso, você pagará uma taxa se tomar dinheiro emprestado de um banco, por exemplo. Essa taxa, de juros, é o valor que o dono do dinheiro cobra pelo tempo que não poderá usá-lo, uma vez que estava empresado. Num exemplo oposto, você pode receber juros ao deixar seu dinheiro render em uma aplicação financeira durante algum tempo.
As taxas de juros variam de acordo com o contrato, com a aplicação, o risco, dentre outros fatores. Mas há uma taxa específica que serve de referência para todos os contratos: é a Taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). Ela é considerada a taxa básica de juros no Brasil porque é usada em operações e empréstimos de curto prazo entre os bancos, balizando todas as demais, como os juros do parcelamento da compra de um eletrodoméstico, por exemplo.
O Banco Central criou a Taxa Selic em 1979 para facilitar a negociação de títulos públicos federais negociados com os bancos. A definição da Selic passou a ser um dos principais instrumentos de controle da inflação, na década de 1990, com a estabilização da economia.
Além disso, ao alterar a taxa, o BC é capaz de aquecer (queda da taxa) ou desaquecer (alta) a economia e influenciar os principais indicadores de crescimento econômico do País.
Queda dos juros
Diminuir os juros significa que vale a pena pegar dinheiro emprestado. Com a baixa rentabilidade das aplicações em títulos do governo (como os títulos da dívida pública), os bancos, financeiras, empresas e outros investidores preferem emprestar dinheiro e financiar outros projetos e produtos, em busca de melhores rendimentos.
Portanto, as compras parceladas e o crédito em geral ficam mais atrativos para o consumidor e, assim, a população passa a comprar mais. Esse crescimento da demanda pressiona os preços, que tendem a subir, gerando aumento da inflação. É por isso que a definição da Selic pelo BC é uma das principais formas de controlar a inflação.
Os preços podem aumentar caso a indústria nacional não esteja preparada para produzir mais. Com os juros baixos, as fábricas contam com um custo favorável, por exemplo, para financiar a compra de máquinas para, assim, ampliar a produção e atender os consumidores.
A queda dos juros diminui também o custo da dívida do governo, que fica com mais dinheiro para os investimentos necessários no Brasil.
Alta dos juros
Quando os juros sobem, as compras a prazo e os financiamentos ficam mais caros. Por isso, os consumidores preferem comprar menos e muitas empresas não tomam grandes empréstimos, por exemplo, para investir em novas máquinas (que elevaria a produção, num momento em que os consumidores também estão receosos pelo aumento dos juros do parcelamento).

Com as compras em queda, a inflação também tende a baixar. No entanto, a alta dos juros não significa uma queda automática da inflação, assim como a queda dos juros não implica aumento dos preços. Afinal, na economia como um todo, outros fatores – como o câmbio, gastos públicos, entre outros – atuam diretamente para o aumento ou baixa da inflação.
O aumento dos juros influi também nos investimentos financeiros. É que muitos deles são indexados pela Taxa Selic, como os Fundos DI e de Renda Fixa.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/

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sábado, 22 de dezembro de 2012

IPVA 2013 RJ


Consulte abaixo as datas para pagamento do IPVA 2013 no estado do Rio de Janeiro.


Finais de Placa Pagamento integral
ou Vencimento 1ª parcela
Vencimento 2ª parcela Vencimento 3ª parcela
0 23/01 27/02 01/04
1 25/01 28/02 03/04
2 28/01 01/03 05/04
3 31/01 04/03 08/04
4 04/02 07/03 11/04
5 08/02 11/03 15/04
6 15/02 14/03 18/04
7 18/02 18/03 24/04
8 21/02 21/03 26/04
9 25/02 27/03 29/04


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domingo, 25 de novembro de 2012

Cashback: Devolução de parte dos gastos em compras.




Nesta sexta-feira (23/11), pegando carona na terceira edição do Black Friday no Brasil, foi lançado o Poup,  (http://www.poup.com.br/).




 O conceito utilizado é o cashback - devolução de parte do valor pago em uma compra ao consumidor.
Para ter direito ao benefício, o internauta faz um cadastro gratuito no site e, na sequência, escolhe a loja virtual em que vai fazer sua compra. Ao clicar no ícone da loja dentro do Poup, será imediatamente redirecionado para a loja desejada, onde poderá realizar a compra normalmente. A porcentagem a ser devolvida já está especificada no próprio site e o dinheiro vai sendo acumulado na forma de crédito dentro da conta do usuário no Poup.

Vale a pena conferir.





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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Declaração IR 2012


Com o prazo chegando ao fim, existe grande probabilidade de na correria cometermos erros na declaração.

Vejamos alguns cuidados para não cair na malha fina:

- Venda de imóvel:  

Quando ocorrer ganho de capital, deve ser recolhido 15% de imposto sobre a diferença entre o valor de compra do bem, registrado na declaração, e o valor de venda.

A isenção deste imposto é cabível quando o imóvel era o único que a pessoa possuía, era residencial e foi vendido por até R$ 440 mil e não houve outra venda nos últimos cinco anos. Ou ainda quando quem vendeu um residencial  e usou todo o dinheiro da venda para comprar outro imóvel residencial nos 6 meses seguintes.

- Compra Financiada:

Não se deve declarar o valor total  do contrato de compra, mas somente o valor pago no ano anterior.
O erro aqui reside numa possível falta de compatibilidade entre rendimentos e valor da aquisição.

Isso vale para imóveis, carros, etc.

- Rendimentos de dependentes:

Por menor que seja a remuneração de um dependente, ela precisa ser declarada.
 
- Despesas Médicas:

Não pode ser declarados como despesas médicas os valores reembolsados pelos planos de saúde, mas somente os valores efetivamente pagos pelo contribuinte.
Além disso os recibos médicos precisam ter um correto preenchimento, onde devem constar o CPF do profissional e especificação do procedimento (Consulta, Cirurgia, Etc).

Evite pagar multas por atraso na entrega, vá se preparando já, pois o prazo final para entrega é 30 de abril. Mas não deixe para a última hora! E se concentre na hora de elaborar sua declaração.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Dica de Leitura: Resultados Extraordinários



Uma leitura extremamente inspiradora. O livro aborda técnicas e estratégias práticas porém poderosas, para você estabelecer e alcançar metas para sua vida. Acredite este livro vai mexer com você.

Editora Vergara & Riba, 214 páginas.

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domingo, 11 de dezembro de 2011

Simplificação do Imposto de Renda


Fim da declaração simplificada


Pessoas físicas com uma só fonte de renda não precisarão mais preencher o formulário do IR

Os contribuintes que possuírem uma única fonte de renda, forem pessoas físicas e optarem pelo modelo simplificado não vão mais precisar fazer a declaração do Imposto de Renda (IR). A previsão da Receita Federal é de que essa medida entre em vigor a partir de 2014, quando seria entregue a declaração referente ao ano-calendário de 2013. Outra novidade, prevista para o ano que vem, é a possibilidade de fazer o pagamento dos impostos com cartão de crédito ou débito financeiro.

A Receita Federal passará a preencher as declarações dos contribuintes que se encaixarem nesse perfil. A eles caberá apenas confirmar ou não as informações contidas no documento. Para os demais contribuintes, a declaração vai permanecer como é hoje, com alguns ajustes apenas.

A mudança tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro.

Na semana passada, o Governo já havia decidido acabar com a principal declaração entregue hoje pelas empresas, a do IR da Pessoa Jurídica. A Receita Federal também pretende extinguir outros sete documentos e adotar medidas para simplificar o PIS/Cofins.

Em entrevista, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, disse que não será possível eliminar a declaração de todas as pessoas físicas porque ainda existem informações que precisam ser prestadas pelo próprio contribuinte, caso das despesas médicas, com educação e doações, que a administração tributária desconhece previamente.

Este ano, foram entregues 24,4 milhões de declarações de Imposto de Renda. Cerca de 569.671 caíram na malha fina, segundo a Receita. Em 2010, o número chegou a 700 mil

A partir do ano que vem, os contribuintes já devem poder pagar todos os impostos federais com cartão de crédito ou de débito. O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) passará a ser impresso com códigos de barra para facilitar a operação.

Fonte: O DIA

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

A urgência de uma reforma tributária.


ICMS, IPI, IR, IPVA, IPTU, PIS ...


Muito se paga de impostos e pouco se sabe para onde vai tanto dinheiro. Mas a impressão de que custeamos uma gulosa e descontrolada máquina governamental é latente.

A contrapartida que deveríamos receber nas áreas de saúde, segurança pública, educação, saneamento, dentre outros é totalmente desproporcional. A conta parece não fechar.

Sem contar que esta alta carga tributária emperra o setor produtivo e a geração de empregos.

Precisamos de uma reforma tributária já. O país carece de um sistema tributário, transparente, simples e justo, que estimule a produção e torne a sonegação um risco que não compensa.

Em paralelo é preciso mais eficiência financeira do governo, diminuindo gastos, combatendo os grandes sonegadores e desvios.

A simplicidade de um novo sistema tributário deve passar pela opção do imposto único sobre transações financeiras.

Essa forma de cobrança de imposto foi classificada por Vito Tanzi, um dos maiores tributaristas do mundo, como uma das grandes inovações tecnológicas tributárias ocorridas no século passado.

Reforma tributária já ! O sistema atual é caótico. Cobre isso dos seus candidatos e dos atuais governantes.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pesquisa revela: Brasileiros não sabem cuidar das finanças pessoais.








 Apenas 31% dos brasileiros poupam dinheiro pensando na aposentadoria. Além disso, 40% dos clientes de bancos usam mais a poupança como conta corrente do que como investimento.





Essas são algumas das conclusões de estudo divulgado ontem pela Comissão Nacional de Educação Financeira.

De acordo com a pesquisa, 30% dos brasileiros pagam apenas a parcela mínima do cartão de crédito, quando sua situação financeira aperta, e 44% pediram dinheiro emprestado neste ano. O estudo foi feito para subsidiar a Estratégia Nacional de Educação Financeira, lançada ontem, que tem por objetivo ensinar estudantes e adultos a poupar e se prepararem para a aposentadoria, entre outros assuntos financeiros.

Segundo Maria Helena Santana, presidente da Comissão de Valores Mobiliários, que integra a estratégia nacional, a pesquisa mostra que os brasileiros têm pouca informação sobre finanças. “A pesquisa mostrou grau de desinformação bastante elevado. Por exemplo, ao escolher o pagamento mínimo do cartão, muitos não entendem que, ao fazer isso, há uma rolagem da dívida a juros elevados”, disse.

A estratégia nacional lançada hoje pretende levar a educação financeira às escolas de ensinos Médio e Fundamental, para ensinar os alunos a lidar com dinheiro por meio da distribuição de material didático aos professores. Além da CVM, fazem parte da iniciativa Banco Central, ministérios da Educação e Previdência Social, superintendências Previc e Susep, além de instituições privadas, como Bovespa.

Fonte: O Dia

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sábado, 21 de maio de 2011

Redução de Preços dos Tablets à vista.


De acordo com pronunciamento do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Governo Federal está preparando um plano de desoneração da produção de tablets no Brasil.

A intenção é zerar a alíquota do PIS/Cofins (que hoje é de 9,25%), para que na outra ponta o consumidor final seja beneficiado, ao poder comprar um tablet por um valor 36% menor do que o praticado atualmente. Caso os governos estaduais acenem positivamente para a redução do ICMS, esse valor pode ficar ainda menor.

A Medida Provisória que prevê essa desoneração está para ser encaminhada ao Congresso Nacional em breve.

Além disso, o Governo já traçou outra linha de ação: como forma de simplificar a classificação dos tablets em uma categoria (já que ele não é nem notebook, nem smartphone) em breve será publicada uma portaria interministerial que permitirá enquadrar a produção do equipamento no chamado PPB (Processo Produtivo Básico), quando então esse dispositivo passará a ser considerado como um “microcomputador portátil, sem teclado físico e com tela sensível ao toque”.

A iniciativa governamental é bem vinda, pois promete democratizar ainda mais o acesso às tecnologias de computação portátil no Brasil.

Fonte: Diário Catarinense

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Cadastro positivo para bons pagadores é aprovado no senado.


O instrumento, o cadastro de bons pagadores, é uma espécie de lista que vai reunir os consumidores brasileiros que têm um histórico positivo de pagamentos.

E o senado aprovou nesta quarta-feira medida provisória que cria este sistema, chamado de cadastro positivo.

O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff, que tem 15 dias para analisar a matéria.

A ideia é que o consumidor incluído no cadastro positivo possa ter acesso a juros mais baixos em operações de crédito, pois as empresas que oferecem estes recursos poderiam baixar os juros com base em informações positivas dos clientes.

Cada consumidor vai ter que autorizar, previamente e por escrito, a inclusão do seu nome na lista de bons pagadores. Uma única autorização pelo cadastrado permite a inclusão de vários tipos de dados, como histórico de pagamentos de contas de água, luz e telefone.

O projeto prevê que o consumidor poderá ter acesso gratuito às informações sobre ele existentes no banco de dados e a seu histórico três vezes por ano.


Fontes: G1, Folha de São Paulo e o Estadão.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

Aposentadoria: Governo já admite acabar com fator previdenciário




Ministro defende proposta alternativa para usar no cálculo das aposentadorias
Brasília - O governo federal já admite acabar com o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do INSS.

Crescem nos ministérios da Previdência e do Planejamento correntes para reformar o processo de aposentadoria pelo INSS a trabalhadores do setor privado.

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves, quer adotar mecanismo para substituir o fator. Alves afirmou, no entanto, que é preciso implementar modelo alternativo, para que as contas da Previdência não fiquem desreguladas.

Para ele, a instituição da idade mínima não seria o ideal. Porém, técnicos articulam a criação de sistema que equilibre tempo de contribuição e idade do trabalhador que pede aposentadoria.

COMO FUNCIONA

O Senado já aprovou o fim do fator. Um substitutivo apresentado institui a Fórmula 85/95. Neste caso, o cálculo da aposentadoria considera a soma idade com o tempo de contribuição. Se atingir 85 pontos, para as mulheres, ou 95, para os homens, o trabalhador receberá benefício integral. O projeto é do senador Paulo Paim (PT-RS). A proposta agora tramita na Câmara.

“O fator não pode ser eliminado simplesmente. Tem que se encontrar uma alternativa. Uma que é mais lembrada sempre é a da idade mínima, mas não sei se é a solução ideal. Temos que ter uma solução que seja menos ruim para o aposentado”, afirmou o ministro Garibaldi Alves.

O fator previdenciário foi criado em 99 para incentivar a permanência dos trabalhadores no mercado, retardando as aposentadorias e freando os gastos da Previdência.

Fonte: O DIA

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terça-feira, 1 de março de 2011

Aposentadoria: O que é o Fator Previdenciário?




O tão falado Fator Previdenciário, que várias centrais sindicais e outras organizações estão querendo extinguir, o que é ?

O Fator Previdenciário foi aprovado em 1999, por intermédio da Lei Nº 9.876, durante a Reforma da Previdência iniciada em 1998 no governo Fernando Henrique Cardoso.

Ele foi criado com a finalidade de reduzir o valor dos benefícios previdenciários, no momento de sua concessão, de maneira inversamente proporcional à idade de aposentadoria do segurado. Quanto menor a idade de aposentadoria, maior o redutor e, conseqüentemente, menor o valor do benefício.

Como o Fator Previdenciário é calculado?

A partir da Reforma da Previdência de 1998/99, o valor da aposentadoria paga pela Previdência Social passou a ser calculado com base na média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição (corrigidos monetariamente) referentes ao período de julho de 1994 até o mês da aposentadoria. É sobre essa média que incide o “fator previdenciário”.

Para as aposentadorias por tempo de contribuição, a aplicação do fator previdenciário passou a ser obrigatória e para aquelas por idade, tornou-se optativa sua aplicação (dependendo do tempo de contribuição).


Na prática,quanto mais jovem é o segurado que se aposenta, menor será seu benefício porque a Previdência entende que ele receberá a aposentadoria por mais tempo, já que sua expectativa de vida é maior.

Cálculo

Para estimar o quanto será o benefício ao se aposentar, o segurado deve considerar o seu fator previdenciário na tabela anexa e multiplicar pela média dos 80% maiores salários de contribuição (referentes ao valor descontado na folha de pagamento).

Por exemplo, um segurado de 60 anos de idade e 38 de contribuição terá um fator previdenciário de 0,955. Se a média dos melhores salários de contribuição chegar a R$ 2.000, esse segurado poderá se aposentar com benefício de R$ 1.910 (R$ 2.000 x 0,955).

Neste caso, para que o benefício não sofresse achatamento, o segurado teria de se aposentar aos 61 anos de idade, com 39 anos de contribuição, o que lhe daria um fator previdenciário de 1,026 e um aposentadoria de R$ 2.052 (R$ 2.000 x 1,026).

Em outro exemplo, um homem que se aposenta com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição terá um fator previdenciário de 0,723. Considerando os mesmos R$ 2.000 da média de salários de contribuição, esse segurado teria um benefício de R$ 1.446.

Se ele tivesse 60 anos de idade e os mesmos 35 anos de contribuição, seu fator previdenciário seria de 0,874, o que elevaria seu benefício a R$ 1.748.

No caso de de uma mulher de 48 anos com 30 anos de contribuição, o fator será de 0,565. Se ela tiver os mesmos R$ 2.000, seu benefício cairá para R$ 1.130. Se essa segurada tivesse mais oito anos de idade e contribuição, seu fator sobe para 0,879 e seu benefício para R$ 1.758.


Para consultar a Tabela do Fator Previdenciário e saber mais detalhes, visite www.previdenciasocial.gov.br.

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Carro: Preço Brasil x Preço Outros países




Brasileiro compra Uno no País por preço de Civic na Europa.

O custo dos carros no Brasil é muito alto em comparação a outros mercados por conta de impostos, especialmente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

“O IPI pode chegar até 33% do valor do veículo, dependendo da cilindrada. Quanto maior (a cilindrada), maior o percentual do imposto”, explicou o analista de produção, Fernando Trujillo.

Quando o governo isentou alguns veículos do IPI para estimular o consumo e ajudar a economia brasileira a sair da estagnação provocada pela crise, no entanto, o preço médio desses carros para venda caiu 5%, apenas, de acordo com Trujillo.


Outros impostos também fazem dos carros brasileiros muito mais caros quando comparados a modelos similares em outros países. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pode chegar a até 30% do preço final de um automóvel, de acordo com a consultoria CSM.

O peso do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre o preço final dos automóveis varia entre 2% e 5%; a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) corresponde a 1,65% e o percentual referente à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) é de 7,6%.

Outro fator que afeta o custo dos carros brasileiro e, portanto o preço final, é o chamado “custo Brasil”, uma expressão utilizada para se referir a ineficiência nacional na área de infraestrutura e logística. “O ‘custo Brasil’ está embutido (nos preços finais), percorre toda cadeia automotiva desde a importação de insumos”, disse o diretor para a América do Sul da consultoria Booz & Company, Fabio Takaki.

O impacto do real valorizado ante o dólar, no entanto, não pode ser menosprezado em comparações desse tipo. Quanto mais valorizado o real, mais caro o preço veículo ficará quando convertido para a divisa americana, lembrou Takaki.


Mas a diferença do peso dos tributos na aquisição de carros do Brasil em comparação com outros países não é nada desprezível. “Enquanto 30% do preço final de um veículo no Brasil são tributos, nos Estados Unidos este percentual é de 6%”, diz Takaki.

A CSM fez um levantamento da diferença de preço entre veículos no Brasil e Europa e descobriu que o valor gasto para se comprar um Fiat Uno no Brasil (US$ 15,6 mil) equivale ao preço de um Honda Civic na Europa. O Civic custa US$ 15,6 mil, na Europa. O Fiat Panda, um modelo similar ao Uno brasileiro, custa US$ 11 mil.

Enquanto com US$ 18,3 mil o brasileiro compra um Corsa, o europeu compra um Hyundai i30, que custa US$ 17,7 mil. O similar europeu do Corsa, o Opel Corsa, custa US$ 14,3 mil.

Em uma faixa de veículos mais caros, a diferença não é menor. Enquanto um brasileiro paga US$ 28,6 mil por um Astra, o europeu, com o mesmo valor (US$ 28,3 mil) compra um BMW 3 Series. Para comprar um similar ao Astra, o Opel Astra, são necessários apenas US$ 21,3 mil na Europa.

Enquanto um brasileiro paga US$ 32,4 mil por um Honda Civic, o europeu paga apenas US$ 15,6 mil pelo mesmo veículo. Com os mesmos US$ 32 mil, compra-se uma Mercedes-Benz C180K na Europa, com direto a troco: US$ 31,5 mil.


Juros
Não bastasse impostos e deficiências estruturais do País, a diferença de juros cobrada entre um financiamento no Brasil e demais países faz com que a disparidade de valores dispare. “O juro é muito alto. A média cobrada no Brasil é de 25% (ao ano), enquanto na Alemanha são 4%, nos EUA 8% e no Japão 6%. Os bancos e financiadoras ganham muito dinheiro aqui”, afirmo Trujillo. Mesmo com a taxa de juros ao consumidor em 2010 sendo uma das mais baixas do País na história.

Enquanto um Honda Fit financiado em uma concessionária brasileira custa US$ 37 mil, o mesmo veículo custa cerca de US$ 20 mil nos Estados Unidos. Na vizinha Argentina, o Fit financiado custa US$ 23 mil, conforme apurado pela CSM South America.

Fonte: Terra

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Declaração do Imposto de Renda 2011: O que mudou?


Começa no dia 1º de março e vai até 29 de abril o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011, ano-base 2010. Quem perder o prazo estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74.

Veja o que muda:

Formas de entrega

A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete (nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal). Em 2011, pela primeira vez, não será permitida a entrega via formulários.

Obrigatoriedade

Segundo a Receita Federal, estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 22.487,25 em 2010.
Também estão obrigados a apresentar o documento os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil neste ano.
Também é obrigatória a entrega para quem obteve, em qualquer mês de 2010, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.
Quem tiver a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro deste ano, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, também deve declarar IR em 2011.
A obrigação com o Fisco se aplica também àqueles contribuintes que passaram à condição de residente no Brasil, em qualquer mês deste ano, e que nesta condição se encontrem em 31 de dezembro de 2010.
A regra também vale para quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda.

Atividade rural

Também é obrigatória a entrega da declaração de IR 2011 para quem teve, em 2010, receita bruta em valor superior a R$ 112.436,25 oriunda de atividade rural. O documento também tem de ser entregue por quem pretenda compensar, no ano-calendário de 2010 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2010.

Completo ou simplificado

A Receita Federal lembra que os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: simplificado ou completo. A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma: desconto de 20% na renda tributável. Este desconto substitui todas as deduções legais da declaração completa. Em 2011, o limite do desconto é de R$ 13.317,09. Em 2010, o limite foi de R$ 12.743,63.
No caso da dedução por dependentes, possível apenas por meio da declaração completa, o valor subiu de até R$ 1.730,40 em 2010 para até R$ 1.808,28 no ano que vem. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução passou de até R$ 2.708,94, em 2010, para até R$ 2.830,84 no próximo ano.
Para despesas médicas, as deduções continuam sem limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

Declaração de bens e dívidas

Segundo o Fisco, a pessoa física deve relacionar, na declaração do IR, os bens e direitos que, no Brasil ou no exterior, assim como suas dívidas. De acordo com o órgão, ficam dispensados de serem informados os saldos em contas correntes abaixo de R$ 140, os bens móveis, exceto carros, embarcações e aeronaves, com valor abaixo de R$ 5 mil. Também não precisam ser informados valores de ações, assim como ouro, ou outro ativo financeiro, com valor abaixo de R$ 1 mil. As dívidas dos contribuintes, ou seus dependentes, que sejam menores do que R$ 5 mil em 31 de dezembro de 2010 também não precisam ser declaradas.

Último ano da correção da tabela

Após quatro anos, a correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) chegou ao fim. O último percentual de reajuste, de 4,5%, incidirá nos valores em 2010, e será aplicado na declaração do Imposto de Renda de 2011. Depois disso, porém, não há nada fechado para que a atualização continue acontecendo.
Ao corrigir a tabela do IR, o governo abdica de arrecadação, uma vez que menos contribuintes passarão a pagar o Imposto de Renda. Ou aqueles que continuarão pagando, com o reajuste da tabela, seriam menos tributados. Para que o reajuste da tabela do IR continue acontecendo de 2011 em diante, com impacto nos anos seguintes, a presidente eleita, Dilma Rousseff, terá de dar o seu aval para um novo acordo com os sindicatos.

Imposto a pagar

Caso o contribuinte tenha auferido imposto a pagar em sua declaração do IR, a Receita informou que isso poderá ser dividido em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. Caso o imposto a pagar seja menor do que R$ 100, deverá ser pago em cota única. A primeira cota, ou a única, devem ser pagas até 29 de abril, e as demais até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.
O débito automático em conta corrente também permanece como opção para o pagamento do imposto devido ao Fisco, mas é permitida somente para declarações apresentadas até 31 de março para cota única, ou primeira cota, ou entre 1º e 29 de abril a partir da segunda cota.

Fonte: G1

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tabela de vencimento do IPVA 2011 no RJ.

CALENDÁRIO DE VENCIMENTOS DO IPVA/2011 EM COTA ÚNICA
PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES TERRESTRES USADOS

Finais de Placa
Pagamento antecipado com desconto de 10%
Vencimento
Integral sem desconto
0
12/01/2011
11/02/2011
1
13/01/2011
15/02/2011
2
19/01/2011
17/02/2011
3
25/01/2011
23/02/2011
4
08/02/2011
11/03/2011
5
16/02/2011
22/03/2011
6
24/02/2011
29/03/2011
7
03/03/2011
06/04/2011
8
04/03/2011
07/04/2011
9
16/03/2011
14/04/2011
 
 
ANEXO II

 
CALENDÁRIO DE VENCIMENTOS DO IPVA/2011 EM 3 PARCELAS
PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES TERRESTRES USADOS
Finais de Placa
Vencimento                      1ª parcela
Vencimento                   2ª parcela
Vencimento              3ª parcela
0
12/01/2011
11/02/2011
16/03/2011
1
13/01/2011
15/02/2011
17/03/2011
2
19/01/2011
17/02/2011
23/03/2011
3
25/01/2011
23/02/2011
24/03/2011
4
08/02/2011
11/03/2011
12/04/2011
5
16/02/2011
22/03/2011
19/04/2011
6
24/02/2011
29/03/2011
27/04/2011
7
03/03/2011
08/04/2011
09/05/2011
8
04/03/2010
08/04/2011
11/05/2011
9
16/03/2011
14/04/2011
18/05/2011

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Você sabe o que é um Clube de Investimento ?



Clube de Investimento é uma comunhão de recursos de pessoas físicas - no máximo 150 participantes, salvo exceções previstas na regulamentação1 - administrada profissionalmente por instituição credenciada pela CVM.


O funcionamento dos clubes de investimento obedece a normas da CVM, da Bovespa e a um Estatuto Social.


A carteira (cesta de ativos quaisquer dentro de uma mesma estrutura que pode ser um fundo, o seu patrimônio pessoal ou mesmo a tesouraria de um banco) dos clubes de investimento deve ser composta por, no mínimo, 51% em ações, bônus de subscrição e debêntures conversíveis em ações de companhias abertas, adquiridas em bolsas de valores ou mercado de balcão organizado, mercado de balcão organizado Ambiente de negociação administrado por instituições auto-reguladoras, autorizadas e supervisionadas pela CVM, que mantêm sistema de negociação (eletrônicos ou não) e regras adequadas à realização de operações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, bem como à divulgação das mesmas.por entidades autorizadas pela CVM ou através de distribuição pública. E nenhum dos cotistas do fundo pode ter mais de 40% das cotas existentes.


A grande vantagem dos clubes em relação aos fundos de investimento reside na possibilidade de seus membros participarem da gestão da carteira gestão da carteira Gestão profissional de recursos ou valores mobiliários, entregues ao administrador, com autorização para que este, discricionariamente, compre ou venda títulos e valores mobiliários por conta do fundo. Constitui atividade sujeita à fiscalização da CVM.do clube, que pode ser realizada por pessoa diferente do administrador do clube ou ser exercida, isoladamente ou em conjunto, por: representante dos condôminos, pessoas físicas ou jurídicas contratadas ou entidade integrante do sistema de distribuição de títulos e valores mobiliários (Sociedades Corretoras, Distribuidoras, Bancos de Investimento, etc.)


É importante lembrar que, caso o administrador seja remunerado pela administração da carteira, deverá estar previamente autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o exercício dessa atividade.


Fonte: ADVFN


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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Para quem serve o consórcio ?





O consórcio se apresenta como uma alternativa de aquisição de bens. Mas para qual perfil de consumidor esta opção é indicada ? 
Para quem não tem pressa em adquirir o bem. Se não tiver a disponibilidade de muito tempo para espera, será preciso então ter reserva financeira para dar um bom lance. O lance é a forma de antecipar a aquisição. Mas isto só ocorrera se o seu lance for o vencedor.
Cabe lembrar que o consórcio tem taxa de administração, ou seja é um custo a ser pago pelo consumidor.
Nunca deixe de comparar o consórcio com o financiamento e a poupança programada.







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sábado, 22 de maio de 2010

Trabalhador dá 148 dias do ano para pagar impostos.





Quase cinco meses, exatos 148 dias. Esse é o tempo que o brasileiro precisa trabalhar durante o ano para cumprir com suas obrigações tributárias. Assim sendo, até a próxima sext-feira, dia 28, o que o contribuinte ganhar por atividade profissional corresponderá ao que repassa em impostos aos governos municipais, estaduais e federal.

A medição é feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Em âmbito mundial, o Brasil é o terceiro onde mais se trabalha para pagar impostos. Os campeões são Suécia e França. Os nórdicos trabalham 185 dias para pagar impostos e os franceses, 149 dias.

Desde a década de 70, esse número vem aumentando no Brasil. Hoje, se trabalha o dobro daquela época para a mesma finalidade.

No ano passado, houve uma redução na carga tributária graças ao incentivo do governo, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), e a crise internacional, que afetou o ritmo da arrecadação. Mesmo assim, a expansão pode ser observada pelos dados dos últimos anos.

Em 2003, o brasileiro comprometia 36,98% do seu rendimento bruto com impostos. Em 2004, eram 37,81%; em 2005, 38,35%; em 2006, 39,72%; em 2007, 40,01%; em 2008, 40,51%; e em 2009, 40,15% de todo rendimento.

Pela contrapartida oferecida à sociedade (segurança, saúde, educação,etc), pagamos muito impostos. A sociedade precisa cobrar aos políticos, a tão prometida reforma tributária.


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