sexta-feira, 4 de junho de 2010

Dirija ou fale ao celular !




A Universidade de Toronto – Departament of Medicine and of Health Administration, realizou um estudo onde foram avaliados motoristas que possuíam telefones celulares e sua possível relação com um maior risco de acidentes.Os achados da pesquisa levaram à descoberta de um risco 4 vezes maior de colisões automobilísticas quando em uso de telefones celulares pelos motoristas. Assim, conversar nos celulares é muito mais arriscado do que escutar o rádio e conversar com outros passageiros por exemplo.




Todas as pessoas entrevistadas possuíam telefones celulares, tinham participado de uma colisão e disponibilizaram suas contas telefônicas para serem estudadas. Várias pessoas desconfiadas ficaram relutantes em entregar suas contas prévias e foram excluídas da pesquisa. Essas exclusões podem diminuir a magnitude do risco calculado: telefones celulares X acidentes de trânsito. Outro fator que pode ter diminuído o risco encontrado no estudo é o fato de que a maioria das pessoas conversa no telefone enquanto dirigem em situações não estressantes.

A propósito, quando o trânsito ou as condições climáticas ou outras condições diminuem a segurança do motorista, ele provavelmente irá evitar falar ao telefone. Assim, os possíveis acidentes frutos da utilização do telefone celular nessas situações tendem a ser menos comuns e por isso, não presentes no estudo em questão, o que pode falsear o risco total de colisão.

A própria consciência individual do motorista poderia ser considerada um fator atenuante do risco de colisão. Assim, caso uma pessoa considere-se mais superior e menos sujeita a acidentes de trânsito, o fato de fazer ligações não afetaria em nada seu risco. Entretanto, milhares de acidentes acontecem como surpresas das mais inesperadas principalmente em quem é atingido, independente de ser o motorista bom ou não.

A opinião da população com relação à criação de regulamentações mais rígidas sobre o uso de celulares poderia ser enriquecida através da conscientização do número de vítimas fatais dos acidentes de trânsito, além de outros inconvenientes quaisquer que podem ocorrer tanto para quem participou do acidente quanto para quem esteve prejudicado temporariamente por ele.Resultados encontradosOs achados do estudo permitiram certificar que o risco de acidentes devido aos celulares é algo real e sério. O risco foi o mesmo durante o dia ou à noite, diminuindo o fator de confusão relacionado com o alcoolismo ou outras condições que atrapalhassem o condutor.

O risco foi também o mesmo no inverno e no verão, sugerindo que o risco está presente nas diversas condições das vias de tráfico. O risco foi o mesmo para chamadas recebidas e chamadas realizadas, sugerindo que o ato de discar não parece ser um fator principal contribuinte. Houve um maior risco para chamadas durante altas velocidades do que em baixas velocidades. Apesar desse estudo não ter trabalhado com acidentes com vítimas, outros estudos já associaram os telefones celulares com acidentes fatais.

Diante desses achados tem-se duas opções: educar ou restringir. O fato de que vários acidentes são causados por motoristas com anos de experiência em celulares parece forçar a solução para um processo de legislação regulamentadora e restritiva.

O processo de educação pode estar inviabilizado devido ao extenso marketing realizado pelas empresas de telefonia celular. Todos esses fatores acima citados indicam que o estudo transcorrido acima encontrou um risco menor do que a realidade para a relação entre telefones celulares e acidentes de trânsito.

Assim fica reforçada a importância de se estudarem regulamentações naqueles países que ainda não as possuem, ao contrário de vários outros países que mesmo sem estudos estatísticos consistentes, já as implementaram através de evidências muito menos científicas dessa relação.


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Não percam esta festa !

Mais detalhes ligue para (22) 2724-3614. Nos encontramos lá !

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sábado, 22 de maio de 2010

Trabalhador dá 148 dias do ano para pagar impostos.





Quase cinco meses, exatos 148 dias. Esse é o tempo que o brasileiro precisa trabalhar durante o ano para cumprir com suas obrigações tributárias. Assim sendo, até a próxima sext-feira, dia 28, o que o contribuinte ganhar por atividade profissional corresponderá ao que repassa em impostos aos governos municipais, estaduais e federal.

A medição é feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Em âmbito mundial, o Brasil é o terceiro onde mais se trabalha para pagar impostos. Os campeões são Suécia e França. Os nórdicos trabalham 185 dias para pagar impostos e os franceses, 149 dias.

Desde a década de 70, esse número vem aumentando no Brasil. Hoje, se trabalha o dobro daquela época para a mesma finalidade.

No ano passado, houve uma redução na carga tributária graças ao incentivo do governo, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), e a crise internacional, que afetou o ritmo da arrecadação. Mesmo assim, a expansão pode ser observada pelos dados dos últimos anos.

Em 2003, o brasileiro comprometia 36,98% do seu rendimento bruto com impostos. Em 2004, eram 37,81%; em 2005, 38,35%; em 2006, 39,72%; em 2007, 40,01%; em 2008, 40,51%; e em 2009, 40,15% de todo rendimento.

Pela contrapartida oferecida à sociedade (segurança, saúde, educação,etc), pagamos muito impostos. A sociedade precisa cobrar aos políticos, a tão prometida reforma tributária.


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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Publicado decreto que institui o Plano Nacional de Banda Larga




Publicado nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União, o decreto número 7.175 que institui o Programa Nacional de Banda Larga- PNBL.

Segundo o texto, o Programa Nacional de Banda Larga tem o objetivo de fomentar e difundir o uso e o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação,de modo a:

I – massificar o acesso a serviços de conexão à Internet em banda larga;

II – acelerar o desenvolvimento econômico e social;

III – promover a inclusão digital;

IV – reduzir as desigualdades social e regional;

V – promover a geração de emprego e renda;

VI – ampliar os serviços de Governo Eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado;

VII – promover a capacitação da população para o uso das tecnologias de informação; e

VIII – aumentar a autonomia tecnológica e a competitividade brasileiras.

Estabelece também que o PNBL será implementado por meio das ações fixadas pelo Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital – CGPID, instituído pelo Decreto no 6.948, de 25 de agosto de 2009.

Cabe ao comitê definir as ações, metas e prioridades do PNBL; promover e fomentar parcerias entre entidades públicas e privadas para o alcance dos objetivos do plano; fixar a definição técnica de acesso em banda larga; acompanhar e avaliar as ações de implementação do PNBL; e publicar relatório anual das ações, metas e resultados do PNBL.

Isso inclui também definir as localidades onde inexista a oferta adequada de serviços de conexão à Internet em banda larga.

O Comitê terá quatro grupos temáticos, entregues cada um deles à coordenação de um ou dois ministérios: o de Infraestrutura e Serviços de Telecomunicações, coordenado pelo Ministério das Comunicações; o de Aplicações, coordenado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; o de Conteúdo, coordenado conjuntamente pelos Ministérios da Cultura e da Educação; e o de Política Industrial, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, coordenado conjuntamente pelos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria.

O texto define ainda a atuação da Telecomunicações Brasileiras S.A. – Telebrás:

I – implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal;

II – prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à Internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público;

III – prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades sem fins lucrativos; e

IV – prestar serviço de conexão à Internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços.

E faz a ressalva de que a Telebrás exercerá suas atividades de acordo com a legislação e a regulamentação em vigor, sujeitando-se às obrigações, deveres e condicionamentos aplicáveis.

De acordo com o decreto, a Telebrás está autorizada a usar, fruir, operar e manter a infraestrutura e as redes de suporte de serviços de telecomunicações de propriedade ou posse da administração pública federal. E reforça a fala do presidente da empresa, Rogério Santanna, de que para atender à administração federal indireta, inclusive empresa pública ou sociedade de economia mista controlada pela União, não necessitará entrar em licitações. Bastará a celebração de contrato de cessão de uso entre a Telebrás e a entidade cedente.

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Atenção: Mudanças no trânsito do centro de Campos.




Segundo a Empresa Municipal de Transporte (Emut) as alterações são para garantir a fluidez do trânsito que está cada vez mais intenso. Vamos ver como vai ficar ...






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sábado, 8 de maio de 2010

Já ouviu falar do Android ?




Se você acompanha o barulho em torno do mercado de celulares, já deve ter ouvido falar do Android e de aparelhos equipados com ele. Se não ouviu, bem, leia o este post que dá uma idéia geral do que é esse sistema.

Android é um sistema operacional que roda sobre o núcleo Linux. Ele foi inicialmente desenvolvido pela Google e posteriormente pela Open Handset Alliance, ele permite os desenvolvedores escreverem software na linguagem de programação Java controlando o dispositivo via bibliotecas desenvolvidas pela Google.

Os celulares Android, claro, são 100% compatíveis com os serviços Google.

Durante a sua intervenção no ‘World Mobile Congress 2010′, que decorre em Barcelona, o presidente-executivo da Google, Eric Schmidt, explicou as vantagens e funcionalidades do Android, em que destacou a compatibilidade do sistema com o Flash, tecnologia da Adobe muito usada em sites, mas que até agora não funcionava na maioria dos ’smartphones’, incluindo o iPhone e todos os aparelhos com o Android.

De acordo com Eric Schmidt, a Google e os seus parceiros de ‘hardware’ estão vendendo 60 mil dispositivos Android por dia em todo o mundo. Os fornecimentos do seu sistema operativo quase duplicaram desde o quarto trimestre de 2009 e, segundo o CEO, esta tendência deverá manter-se.

“Se a taxa de crescimento se mantiver ao nível atual, podemos esperar que a Google venha a distribuir mais de 5,4 milhões de dispositivos Android todos os trimestres, e mais de 21 milhões por ano”, acrescentou o gestor.

A Google lançou no início do ano o seu primeiro celular, o Nexus One, dando entrada num novo ramo de negócios. Este celular, que deverá chegar à Europa na Primavera, foi criado em parceria com a fabricante HTC e pretende fazer concorrência ao iPhone.



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terça-feira, 4 de maio de 2010

Assistir TV demais emburrece as crianças ?



Em pesquisa inédita, pesquisadores da Universidade de Montreal no Canadá, fizeram um levantamento sobre a relação entre tempo de audiência de tv e níveis de concentração entre crianças.

Crianças que tiveram mais tempo expostas à tv apresentaram níveis de concentração menores.

Uma polêmica que está sempre indo e vindo e é alvo de inúmeros estudos científicos volta à tona a partir de uma nova e enorme pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá: assistir à televisão emburrece as crianças, como mostra reportagem do The Independent.

Os cientistas acompanharam 1.314 crianças nascidas em Quebec entre 1997 e 1998, com idades entre 29 meses (2 anos e meio) e 53 meses (4 anos e meio) até chegarem aos 10 anos. Seus pais precisavam relatar quantas horas os filhos assistiam à TV e os professores avaliavam a evolução acadêmica delas, suas relações psicosociais e seus hábitos de saúde. Em média, as crianças de 2 anos assistiam a 8,8 horas por semana à TV e as de 4 anos, uma média de 15 horas por semana. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.

Os pesquisadores descobriram que os pequenos que passavam mais tempo em frente à telinha eram piores em matemática.

As descobertas mostram que há evidências científicas de que a TV prejudica o desenvolvimento cognitivo e que o governo canadense deveria limitar o número de horas das crianças em frente à TV. Os pediatras americanos já recomendam que aquelas com menos de 2 anos não deveriam assistir à TV alguma e as mais velhas deveriam ter um limite diário de 2 horas por dia no máximo. A França já proíbe programas para crianças com menos de 3 anos e a Austrália recomenda que as entre 3 e 5 anos não assistiam a mais de uma hora por dia.


Os cientistas que conduziram o estudo afirmaram que a fase pré-escolar é importantíssima para o desenvolvimento do cérebro e que o tempo em frente à TV é um desperdício e pode levar à aquisição de hábitos ruins. A autora do estudo, Linda Pagani, da Universidade de Montreal, disse que o impacto negativo de se assistir à TV nesta idade permanece por toda a vida.


O psicólogo Aric Sigman, que fez a revisão de 30 estudos científicos sobre TV e computadores, disse que os programas mostrados nos aparelhos modernos têm uma velocidade de edição mais rápida, sons mais altos e cores mais intensas do que nos anos 60 e 70, e que isso afetaria dramaticamente a capacidade intelectuaç.

Fonte: O Globo

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