A GM confirmou a informação de que um de seus mais emblemáticos esportivos começa a ser vendido no país nos próximos meses. E o que é melhor: ele vem com motor V8!
O Camaro fará sua primeira aparição no Salão do Automóvel de São Paulo, que ocorre entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro. A partir daí, ele será comercializado pela rede Chevrolet com uma única opção de motorização: um V8 de 6,2 litros, 16 válvulas, blocos e cabeçotes feitos de alumínio e mais de 400 cavalos.
Além disso, o carro virá com freios Brembo e transmissão de seis velocidades, para o delírio da rapaziada que considera câmbio automático coisa de limusione geriátrica. A chegada do Camaro ao Brasil está tão em pauta na GM que a marca já tratou de criar um hot site (www.chevroletcamaro.com.br) e um perfil de twitter (@camarooficial) para o acontecimento.
Fonte: http://www.jalopnik.com.br/
Criado em janeiro de 2009, este blog tem como objetivo compartilhar idéias, dicas, dúvidas e críticas sobre temas que tenho interesse. Boa leitura e faça seus comentários, pois quero que este espaço seja nosso e não meu. Preencha o formulário no final da página com seu e-mail e dê sua opinião sobre o blog.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Chevrolet Camaro chega ao mercado brasileiro em outubro
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Aprovado o projeto que cria estatal do pré-sal.
Na semana passada, foi aprovado pelo senado, o projeto de lei que cria a estatal do petróleo, a Pré-sal Petróleo S.A, para gerenciar a produção petrolífera da camada pré-sal. A votação foi simbólica e a proposta segue para sanção presidencial.
Como não houve mudança no projeto, apenas no nome da empresa que passou de Petro-Sal para Pré-sal Petróleo S.A, a emenda foi considerada alteração de redação e não precisará voltar para a Câmara dos Deputados.
De acordo com o texto da proposta, a nova empresa terá de colocar na internet sua prestação de contas e passará anualmente por auditorias. A sede deverá ser em Brasília e haverá também um escritório central no Rio de Janeiro.
ste é o último dos projetos do marco regulatório do pré-sal, que o governo aguardava votar no Senado antes das eleições de outubro. A questão da distribuição dos royalties do petróleo continua pendente e só deve ser votada no fim do segundo semestre.
Entenda
O petróleo da camada pré-sal é um recurso explorado em profundidades que superam os 7.000 metros e que ficam abaixo de uma extensa camada de sal. Os pesquisadores indicam que no país a faixa da camada pré-sal se estende ao longo de 800 km, que vai do Espírito Santo a Santa Catarina, englobando três bacias sedimentares: Espírito Santo (ES), Campos (RJ) e Santos (SP). Dos campos e poços de petróleo descobertos no pré-sal, o de Tupi é o principal deles.
*Com informações da Agência Brasil
quinta-feira, 8 de julho de 2010
O funeral
Este é o primeiro vídeo postado no nosso Blog. A razão disso só ocorrer agora, é que sempre achei que estes deveriam ser de fato relevantes, que contribuissem com algo, como por exemplo uma breve reflexão. Assim sendo, penso que temos uma boa estréia ...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Jantar da ADHONEP
Não percam. O próximo jantar em Campos será no Palace Hotel, dia 10/07/2010 ás 20:30 horas.
O preletor será o Dr Kit Abdala.
Reserve seu convite através do d telefone (22) 99031197.
Quem é Dr Kit Abdala ?

- Nasceu em Itaperuçu-PR
- Cursou o ginásio e o científico no Colégio Bandeirantes, em SP
- Formou-se em Medicina pela UFPR
- Pós-graduado em Karolinska Institute, Estocolmo-Suécia
- Presidente do Colégio Internacional de Cirurgiões 1980 a 1988
- Consultor Internacional da Universidade Johns Hopkins para os países da Ásia, África, Caribe e América Latina
- Pelas Nações Unidas (ONU), treinou médicos na Ásia, África, Caribe e América Latina
- Membro do Conselho Consultivo da Family Health International por 8 anos
- Foi médico chefe da Regional de Francisco Beltrão por 25 anos
- Superintendente do Instituto de Previdência do Estado do Paraná em 1982
- Eleito governador do Lions em 1969, representando o Brasil na época, fez a abertura da Sala da Hospitalidade Brasileira em Tóquio, em 6 idiomas
- Coordenou as convenções internacionais de Tóquio 1969 à 1978, Las Vegas, São Francisco, Honolulu e Miami
- Fundou 29 clubes de Lions e o Distrito L-21 (Norte do Paraná)
- Cidadão Honorário de Francisco Beltrão e mais 10 municípios do Paraná
- Escritor do Livro "Um Médico pelos Caminhos do Mundo"
Kit Abdala treinou médicos de 180 países da África, Ásia, Caribe e América Latina. Para ele, a viagem mais marcante ocorreu em 1974, na China. “Chegamos lá logo após a morte de Mao-Tse-Tung e a China, que estava isolada do mundo há quase 40 anos, tinha uma medicina que se resumia a tratamentos naturais e acupuntura. A nossa equipe foi responsável pela realização da primeira videolaparoscopia naquele país”.
Todo mundo deve perseguir os seus sonhos.
Mesmo tendo uma infância pobre, consegui fazer o curso de Medicina à noite enquanto trabalhava de dia. Ser médico é um sacerdócio, tem que gostar muito para encarar os desafios dessa profissão. Para isso, não se deve pensar somente em ganhar dinheiro, mas também no bem-estar do ser humano”, destaca ele, que em 58 anos de Medicina realizou 29,6 mil cirurgias sem nenhum óbito.
Médico atencioso, um grande líder.Fala vários idiomas.
No Paraná, na decada de 60, com um automóvel e um amigo, fundou mais de trinta Lions Clubes, tornando-se o embaixador do leonismo no Brasil e na America Latina. Orador dos melhores, mantem a platéia sempre atenta. Piadista (adoro o episódio dos carangueijos) Imperdível!!! Dançarino por excelência, era e ainda é, nos seus 80 anos um Gentleman.
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sábado, 3 de julho de 2010
Menos platéia...

Por Oscar Motomura*
O mundo parece precisar cada vez mais de organizações e pessoas dispostas a assumir o papel principal – no trabalho e na sociedade.
“Preciso de mais pessoas que ajam no dia a dia como se fossem ‘donos do negócio’.” “Precisamos muito mais do que diagnósticos, crít0ias e ideias. Precisamos de pessoas que tomem a frente e liderem os processos de cura, de solução, de implementação.”
São essas as frases que mais tenho ouvido ultimamente em conversas com CEOs. São líderes que querem mais protagonistas em suas organizações, pessoas dispostas a assumir o papel principal em tudo o que fazem. Pessoas que não ficam no “conforto” da plateia, como espectadores. Pessoas que, apesar de todos os desafios e barreiras que encontram, tomam a iniciativa e vão em frente, como se tudo dependesse somente delas. Sim. Precisamos de muito mais protagonistas. Mas como assegurar isso em nossas empresas e na própria sociedade? Nossa experiência na solução dessa equação em grandes empresas aponta para alguns “gabaritos de soluções”, como os seguintes:
1) Assegurar que todos, da cúpula à base, tenham uma visão clara de como a organização funciona, como as partes se conectam sistemicamente e como cria ou destrói valor. Temos criado soluções sob medida para as empresas – usando jogos e simulações – para assegurar que a organização inteira se alfabetize em “anatomia de resultados”. O efeito disso é que o índice de “protagonismo” dá um salto em pouco tempo, de forma biológica, natural.
2) Assegurar um design organizacional que liberte as pessoas. Muitas empresas estão trancadas em organizações hierárquicas, de comando e controle, que limitam a ação dos funcionários. A reinvenção da empresa rumo a um novo design, mais orgânico, aberto e em rede, abre o espaço necessário para um maior “protagonismo”.
3) Promover uma radical mudança cultural, que leve ao abandono de premissas como “manda quem pode, obedece quem tem juízo” e possibilite a adoção de outras, como “manda quem tem a ideia que mais contribua para o propósito da organização…”. É claro que a mudança cultural deve atingir os próprios líderes, para que eles se tornem exemplos vivos da cultura desejada – aquela que fará emergir mais e mais protagonistas na organização.
4) Dotar as pessoas das competências necessárias para transformar intenções em resultados. Competências que gerem genialidade no “como”. Muitas pessoas querem ajudar, querem fazer diferença e até têm ideias. Mas elas têm dificuldade para chegar ao efetivo “fazer acontecer”. O programa para desenvolver o conjunto de competências ideal para um protagonista deverá ser eminentemente prático (problemas reais, criação da ponte para o como, amarrações que assegurem resultados etc.). E quanto mais fluente a pessoa se torna em fazer acontecer mais sua motivação para um efetivo “protagonismo” tende a crescer.
Desejar ter protagonistas não basta. É preciso fazer movimentos concretos e ousados nessa direção. Do contrário, a própria organização acaba virando “plateia” num mundo que precisa cada vez mais de protagonistas conscientes.
(*) É diretor-geral da Amana-Key, especializada em inovações radicais em gestão e estratégia.
Fonte: Fonte: revista Época Negócios (Editora Globo), ed. 40 (Junho/2010).
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Liderança se aprende ?

Jamais foi possível responder a essa questão de maneira tão inequívoca como agora. Graças a estudos neurológicos recentes, é possível afirmar que, sim, as pessoas aprendem a liderar.
Cientistas descobriram que uma substância chamada mielina, quando se acumula em forma de uma camada que isola circuitos nervosos no cérebro, facilita o desempenho de atividades como liderar uma equipe ou falar em público. Quanto mais experiência e proficiência o líder adquire, mais mielina é acumulada em seu cérebro, e melhor profissional ele se torna. É um ciclo virtuoso. A mielina é a prova científica.
“A descoberta é considerada o Santo Graal da aquisição de capacidades pelo cérebro”, escreveu, na revista Forbes, Sangeeth Varghese, especialista em liderança da Índia. Fazendo uma comparação grosseira com a fiação elétrica de uma casa, a mielina seria como uma capa isolante. O isolamento que ela proporciona às células nervosas permite a melhor condução de impulsos elétricos. Ela, basicamente, evita “curtos-circuitos”. E quanto mais grossa a camada de mielina, mais isolamento ela provê, e mais seguros se tornam os nossos pensamentos e movimentos.
A descoberta e suas consequências são muito bem exploradas no livro O Código do Talento, de autoria de Daniel Coyle. No livro, Coyle afirma que aprender a liderar uma equipe é como aprender a tocar piano clássico ou a jogar futebol. Durante o aprendizado, os centros nervosos emitem impulsos elétricos. Os sinais cognitivos “viajam” pelos circuitos do cérebro em direção ao resto do corpo. Quando executamos uma tarefa – como dar uma palestra diante de uma plateia lotada – o sistema de produção de mielina responde aumentando a proteção isolante em torno das células nervosas ativadas durante a tarefa. Isso serve tanto para o estudante de MBA quanto para o aprendiz de violino ou de ginástica olímpica.
Segundo Coyle, três processos diferentes potencializam o aumento da camada de mielina. Um deles é o que ele chama de “ignição”. Ocorre no momento em que começamos a prender algo, quando muitas vezes os níveis de mielina ainda são baixos. Nem todo mundo possui força de vontade inicial para vencer uma longa curva de aprendizado. O segredo para superar a inércia? “Busque um modelo a imitar”, diz Coyle. Se você quer se tornar tão bom quanto o diretor de planejamento estratégico da empresa para qual trabalha, imite-o. Faça dele o seu mentor. Coyle diz que a imitação de um modelo faz aumentar a camada de mielina.
Outro processo que aumenta a mielina é o do “treinamento intensivo”. O autor usa o Brasil e o futebol para ilustrar sua afirmação. Para Coyle, um dos motivos dos brasileiros terem desenvolvido grande habilidade no jogo se deve ao fato do futsal ser extremamente popular no país. Jogar em espaços menores e com uma bola mais pesada teria dado aos jogadores do país incontáveis horas de prática no controle de bola que a maioria dos jogadores de outros países nunca teve. Coyle diz também que o cérebro aprende melhor quando tem de se esforçar. Ele cita o exemplo da pessoa que, durante um coquetel, não consegue lembrar-se do nome do seu interlocutor. As chances de fixar os nomes são maiores quando se ele conseguir puxá-lo com esforço da memória, em vez de alguém cochichá-lo em seu ouvido.
Além do esforço da imitação, ter um treinador competente também tem efeito positivo sobre a produção de mielina. Segundo Coyle, o papel do treinador é 10% elogio, 10% crítica e 80% transferência de conhecimento. É uma dinâmica que ativa o cérebro. “Apertando os ‘botões certos’, o treinador ativa esse processo cerebral”, diz o autor. Isso resulta, novamente, no aumento da produção da produção de mielina.
Embora as dicas dadas por Coyle não sejam exatamente novas e já tenham sido apresentadas e verificadas na prática por outros estudiosos, a diferença é que ele se baseia em dados fisiológicos, que mostram alterações concretas na estrutura cerebral. Seu livro reafirma ainda a tese daqueles que acreditam que todos podemos aprender e nos transformar, dependendo do investimento e esforço que fizermos. Afinal, como diz Coyle, ninguém nasce pronto.
domingo, 6 de junho de 2010
Editoras se unem e criam distribuidora de livros digitais.

Empresa espera chegar a 2011 com faturamento de R$ 12 milhões e mais de 10 mil títulos disponíveis .
A expectativa da revolução editorial trazida pelos livros digitais fez um grupo de seis editoras se movimentar para entrar de vez nesse mercado.
A nova empresa funcionará como uma plataforma que vai estocar de forma digital os livros das editoras clientes. "Quando um leitor adquirir um livro numa livraria digital, ele vai receber um link para baixar diretamente da plataforma. Isso será feito de tal maneira que nem a plataforma terá acesso aos dados de identificação desse leitor, nem a livraria ao conteúdo do livro", explica Sérgio Machado, da Record.
A empresa não vai vender para o consumidor final. Os e-books serão comercializados inicialmente para livrarias que têm loja fixa, como Cultura e Saraiva e, depois, vendidos para as virtuais, como Gato Sabido, Amazon e Apple.
A meta da distribuidora é oferecer até o fim de 2010 pelo menos 500 títulos digitais.
Embora cada editora tenha o direito de determinar o preço da edição digital, os sócios da DLD estimam uma redução de até 30% no valor do e-book em comparação com a edição de papel.
Para definir o tamanho do mercado que vão abocanhar nos próximos anos, as editoras que fundaram a nova distribuidora de livros digitais tomaram como ponto de partida os dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros e da Câmara Brasileira do Livro, além de pesquisas internacionais. No Brasil, a informação mais recente é de 2008, quando as editoras de obras gerais venderam 63,5 milhões de exemplares. A empresa calcula que pelo menos 10% desse total migre para e-books.
Outra expectativa da DLD é que até o fim do próximo ano 150 mil e-readers estejam disponíveis no Brasil. A previsão é de que esse mês a Apple comece a vender sua criação, o iPad, oficialmente no Brasil.
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